quinta-feira, 18 de abril de 2013

Devaneios!

Deitada no meu quarto eu ouço o barulho da chuva q ainda não caiu…
Da minha cama sinto os raios de sol tocarem meu rosto…
É noite!
Ainda na minha cama, ouço a lua bater forte na janela… Lá fora, o dia está mais claro q nunca…
O vento me traz um cheiro de certezas…Mas só me restam dúvidas… tento então ler nas estrelas o amanhã, mas só encontro lembranças…
Daqui eu ouço, sinto, vejo, toco…Pois daqui eu sonho…E se sonho, eu posso!
Posso até minhas vontades mais insanas, reais tornar…
Pois daqui, só nao posso, “não poder” !

quarta-feira, 17 de abril de 2013

The Voice Australia - S02EP01 &02

O Quarteto de Jurados

E vamos com a overdose de The Voice pelo planeta. As 3 principais franquias estão em exibição no momento e neste post eu vou falar sobre a que talvez seja a melhor. Claro que eu estou falando sobre a versão Australiana.

O programa começou no dia 07 de Abril e já teve 7 episódios. Sim, pois na semana de estreia se teve 4 episódios... E o Boninho fica de pobreza com a gente colocando apenas UM ep por semana pro nosso Voice.

Kaity Dunstan – Brand New Key

A primeira participante já chegou sendo aprovada pelos 4 jurados. Eu considerei bem interessante tudo nele, mas não achei que ela é esta coca toda. Ela foi pro time do novato Ricky.

Nathan Allgood – House Is Not A Home

Dono de um timbre lindo e que foi muito bem usado na musica, Nathan brilhou e parece ter espaço na competição. O vibrato no final foi maravilhoso. Já amei. #TeamDelta

Simon Meli – Ramble On

Escolha de musica ousada, visual esquisito e voz rasgada na medida certa isso define este candidato que recebeu a aprovação geral. Mas, optou por Ricky... Juro que não entendi a escolha.

Celia Pavey – Scarborough Fair
Que voz maravilhosa gente. Parece um anjo cantando, é uma voz dramática que passa muita emoção. Eu estou encantada com ela com este jeito Birdy de ser. AMEI. #TeamDelta.
Alex Gibson – Blackbird
Não curti. Achei a voz chata e o tom escolhido para seguir na musica deixou tudo monótono. Fora que esta musica pede algo mais forte e representável. Achei bem fraco comparando aos primeiros aprovados. É do time do Seal.
Lyric Mcfarland – Shy Guy
Morta com meu jeitinho sexy... Adorei a moça. Divertida, solta e com uma voz boa. Acredito que ela deve ver o lance da afinação e controlar mais a respiração. Mas, eu curti. E o júri também, recebeu aprovação total e escolheu Joel como mentor.
Lara Parker – Livin` On A Prayer
INJUSTIÇA. Ela fez uma versão muito bacana e ainda mostrou um timbre sensual e intimista. Uma pena não ter sido aprovada.
Episodio 02:
Danni Hodson – Somethings Got A Hold On Me
Ótima escolha de musica, timbre envolvente, voz potente com equilíbrio tudo isto somado a muito carisma fez desta apresentação uma das melhores. Dentre os 4 mentores, ele optou por Joel.
Ryan Sanders – Brother
Gostei que mostrou duas facetas do timbre. Uma mais agressiva e outra mais doce. É o tipo de participante que se for bem treinado pode se tornar o grande favorito. #TeamSeal.
Skye Elisabeth – Put Your Records On
Achei totalmente perdida gente, tanto nas notas quanto nos olhares. Em algumas notas ela ate conseguiu sobressair, mas na maior parte da musica teve um vocal apático. Não gostei. Também vai ser monitora pela Seal.
Anna Weatherup – Fields Of Gold
Fez um arranjo simples, porém encantador. Com um timbre destes tudo ficou mais fácil. Em algumas partes a musica pedia algo mais profundo... Mas, ela foi singular e mandou muito bem. #TeamDelta
Nick Kingswell – I Need A Dollar
Entrou de uma forma muito afobada e isto meio que atrapalhou o percorrer do seu desempenho. Mas, fez uma boa apresentação marcada pela levada leve. Apenas Martin o aprovou.
Emma Pask – Blue Skies
Bem over e com muita coragem para continuar a fazer o seu som, o qual ela se identifica. Eu curti esta arte que ela fez e achei que pode render algo. E sim ela é uma boa vocalista.
Harrison Craig – Broken Vow
Eu fiquei muito emocionada, claro que tudo tem o seu contexto. É o dele colaborou para minha emoção e para a pimpação no programa. Foi a grande apresentação ate o momento. Uma coisa clássica destina a alguém bem novo, mas com maturidade de fazer o que a canção pedia.
Bom, esta foi a minha analise sobre os participantes do primeiro e segundo episodio do Voice Austrália. Espero que tenham curtido. Amanhã tem mais. Beijos.

domingo, 14 de abril de 2013

Ídolos Kids | Estreia



O Ídolos Kids começou do jeito que sempre foi, nada surpreendente!


João Gordo falando sim pra todos, Cássio Reis parecendo mais criança que os participantes, e os dois repórteres mirins aprontando!

Vamos então ás apresentações:

Laura – Nem começou a cantar e já percebi que ela é uma das grandes favoritas,  a voz não tinha aparecido quando tocou sua viola, que por sinal tocou super bem, na segunda musica quando tocou sem ,  só confirmou o que já tínhamos visto, arrasou!

Nicole – Exagerou na suavidade! Mas, como naquele programa é raro reprovar alguém, ela passou.

Ícaro – Um  dos poucos meninos que não são sem noção. Quando vi, pensei que ia cantar sertanejo , mas quando abriu a boca, mostrou um vozeirão enorme e muito afinado. Foi de "Anna Julia" de Los Hermanos, depois emocionou mais ainda com “Força Estranha”.

João Vitor – Quando apareceu, já deu impressão de ser daqueles que não vão muito longe na competição, e que virará repórter só por ser “engraçadinho”, cantou a musica e logo falou que não sabia cantar outra musica. Passou.

Fabiana – Já conhecida por aparecer no Raul Gil e por cantar com o Ex-Menudo, Charles. Veio com uma canção do musical “A pequena Sereia” e ficou bem mediana. Depois mostrou a música “Ave Maria” que já havia cantado no "Astros". Passou. Espero que ela cresça muito na competição, porque é uma fofa!

Isabela (Canta com sua irmã gêmea que vai se apresentar a seguir) – Tão pequenina e tão fofa cantando Sandy e Junior “ A lenda” que o resultado não poderia ser outro. Passou!

Raquel (A irmã da Isabela) – Cantou a musica de Carrossel , ficou muito tímida,  mas quando a irmã chegou e cantaram juntas, se soltou mais.  Mesmo assim, não passou. 

Pausa para o momento bobão do Cássio e detalhe como ele está cada dia mais bonito...


Continuando...

Vinicius – Cantou “ Quero toda noite”! Ou ele tem problema de dicção, ou tem o sotaque bem enrolado. Não ficaram muito claras algumas palavras. Não passou.

Ana Julia – Cantou  “Agenda e Sinais de fogo", arrasou muito!!! Achei que ficou até melhor do que os originais. Se pequena tem uma voz dessa, imagina quando crescer! Passou.

Sara – Lembrou os candidatos adultos dos ídolos, que pecam pelo exagero, e divide opiniões. Passou.

Danilo – O menino que aparece todo sábado no Rodrigo Faro, que é mais artista do que cantor.

Único destaque:  Falar que Neymar imitou o cabelo dele, só!

Ficou para semana que vem saber se ele passou ou não. 

Então foi isso gente, no geral o programa foi bom, ponto positivo para o horário, que é bem melhor  de acompanhar, já que a programação da tv aberta  no domingo a tarde é “ruinzinha”. Não vi pontos negativos, continuou como sempre!

Quero agradecer a Manu pelo convite! Adorei compartilhar minha opinião com vocês.


Beijão... Débora Alves!!!

Filmes | Os Miseráveis


O filme “Os Miseráveis” – 8 indicações ao Oscar, incluindo o Melhor Filme – é adaptado do livro de mesmo título que trata-se de uma das principais obras do famoso escritor literário Victor Hugo. A obra foi publicada pela primeira vez em 3 de abril de 1862, simultaneamente em Leipzig, Bruxelas, Budapeste, Milão, Roterdã, Varsóvia, Rio de Janeiro e Paris. A história se passa na França do século XIX entre duas grandes batalhas: a de Waterloo e os motins de junho de 1832. Daqui resulta, em cinco volumes, a vida de Jean Valjean, um condenado posto em liberdade, até sua morte. Em torno dele giram algumas pessoas que dão seus nomes para os diferentes volumes do romance, testemunhando a miséria deste século: Fantine, Cossete Marius, Thénardier e o inspetor Javert.

Os Miseráveis, filme sobre direção de Tom Hooper (de “O Discurso do Rei”), retrata a história com tamanha competência e carga dramática que torna-se impossível não sofrer junto com o protagonista (Hugh Jackman). Se torna muito fácil a imersão na trama e sentir a sua dor, ponderar os seus questionamentos e, junto a ele, chegar à decisão de deixar o passado para trás e reescrever os rumos da própria vida. O diretor utiliza de tomadas de câmeras tão intensas quanto a história e os personagens que pertencem a ela. Cada frame é exibido como uma obra de arte, como uma pintura minuciosa, mostrando um verdadeiro show dos atores, principalmente de Hugh Jackman e Anne Hathaway, que interpreta Fantine.


A Fantine de Anne Hathaway é intensa e visceral. E a atriz mostra porque ganhou o Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante. A dor da pobre Fantine salta dos poros da atriz, escapa pelos seus olhos e literalmente explode na canção que está no clímax de seu sofrimento. É impressionante a força e a entrega da atriz naquele momento. Se posso descrever a cena em uma palavra: Esplendorosa. A canção “I dreamed a dream” ficou conhecida do público em geral pela interpretação de Susan Boyle em um programa de auditório.


A jornada de Jean Valjean é sofrida em cada instante. Ele é um homem bom de coração que é preso por 19 anos ao roubar um pão para dar de comer a seu sobrinho. Percorremos com ele durante sua história de redenção. Encaramos com naturalidade o constante peso sobre os seus ombros. Não importa quanta gente ele ajude ou quanto bem ele faça, ele nunca consegue se livrar do passado que o assombra na figura intolerante e preconceituosa do inspetor Javert (Russel Crowe). Ao se ver prestes a ser preso novamente por Javert, Valjean decide se entregar, mas a dor e o sofrimento de Fantine e de sua filha Collete, fazem com que ele decida fugir e dedicar a sua vida à pequena menina.


Valjear encontra a salvação na fé e na certeza de que seus atos trarão redenção e pagarão seus erros, enquanto o inspetor Javert crê apenas no caminho da lei e da justiça divina para punir os infratores e criar um mundo mais puro. Então percebe-se o trabalho de um bom roteiro e a sabedoria do diretor, que foram capazes de manobrar em meio a tantas camadas de compreensão, tantas leituras do texto original e um elenco com estilos bem distintos.

Tecnicamente o filme é impecável. As músicas cabem bem em cada momento da narrativa. Os cortes e a edição também mostram-se impecáveis, assim como os figurinos e a ambientação. Mas o destaque fica mesmo com a direção de Tom Hooper, que conseguiu extrair interpretações tão extraordinárias dos atores. É possível ver no olhar de cada um toda a dor que seus personagens sentem.

Por ser um musical estrelado por astros de Hollywood não poderíamos esperar grandes expressões vocais nas canções. Muitos espectadores e críticos de cinema, detestaram a participação de Russel Crowel nas músicas – Desafinado foi o insulto mais leve. Mas eu fui tão impactado com a interpretação de Hugh Jackman na maravilhosa cena de abertura e na do monastério, que entendi que o foco do filme não era o primor vocal dos participantes.

Mas então porque tantas pessoas queixaram-se de “Os Miseráveis”? As maiores reclamações que leio são as seguintes: “É um musical, e musicais são chatos”, “o filme é longo demais”, “Poxa, eles cantam o tempo todo!”... Eu concordo que em alguns momentos o longa torna-se, digamos, estranho. Principalmente na parte onde aparecem os personagens Madame e Monsieur Thénardier (Helena Bonham Carter e Sacha Baron Coher, respectivamente). Eles por si já são caricatos demais, e contexto em si – na minha opinião – pioraram essa impressão. Essa parte do filme, para mim, pareceu, interminável. E, sinceramente, essa é a única ressalva que faço do filme.



Os Miseráveis é filme, musical, drama, uma obra de arte em vários sentidos da palavra. É lindo, emocional e tem ótimas apresentações. Super indico.

Acompanhe o trailer do filme:




Curtiu a resenha do filme? Quer sugerir alguma obra do cinema que não sai da sua lista de favoritos? Deixe aqui nos coments sua avaliação e sugestão!

Ficamos por akiie! Até a próxima! :D

By: Vic Lima

Ele está de volta! - Hannibal 1X1 - "Apéritif"


Se você não esteve em Coma nas últimas décadas, com certeza já ouviu falar em Hannibal Lecter.
Serial Killer da ficção, Dr Lecter apareceu pela primeira vez no célebre filme “Silêncio dos Inocentes”, em 1991, vindo diretamente do livro “Dragão Vermelho”, de 10 anos antes.
Um dos melhores assassinos em série já retratados no Cinema, Hannibal está de volta!
Não, não estou falando de mais um filme, e sim, de uma nova série estrelada na AXN.

E como eu tenho certeza que os diretores de série têm pacto com o Demo, e sugam minha alma a cada estreia, cá estou eu, viciada já no primeiro episódio, ansiando pelo próximo e dividindo minhas primeiras impressões com vocês!

O episódio já começa com um prelúdio de um dos personagens principais, Will Grahan, interpretado por Hugh Dancy.




Will foi arrastado pelo agente especial Jack Crawford (Laurence Fishburn) do FBI para colaborar na solução de uma série de desaparecimento de algumas garotas da faculdade.

Seria mais uma série policial, não fosse uma peculiaridade genial do personagem principal: uma habilidade ímpar de pensamento, que lhe possibilita uma empatia com qualquer indivíduo, inclusive psicopatas; e de recriar os crimes com detalhes ainda mais vívidos.Mesclado a isso, vem uma outra característica que intensifica ainda mais o personagem: O medo!Grahan é um indivíduo visivelmente perturbado com sua própria habilidade, transtornado por sua mente, que não olha nos olhos, e acredita que “quanto mais se olha, menos se vê”.

Voltando ao caso do desaparecimento das garotas, Crawford e Graham vão até a casa da última garota para entrevistar seus pais sobre o acontecimento. É quando Graham descobre que o corpo da jovem foi devolvido ao seu quarto; o que ele caracteriza como um “pedido de desculpas” em nome do assassino.

Como Graham tem dificuldades e se esforça para criar um perfil do assassino, Crawford pede a ajuda do notável psiquiatra Dr. Hannibal Lecter (Mads Mikkelsen) – personagem este que forma um paradoxo perfeito com o Will Graham.

Eis que surge um conflito de personalidades entre os dois personagens principais: enquanto temos um Will perdido em sua própria mente, temos um Hannibal com a estabilidade emocional que já conhecemos; manipulador, ardiloso, e conseguindo conduzir toda situação da forma que deseja.



Na trama, Hannibal é conhecido pelo FBI apenas por ser um psicólogo renomado. Mas nós, que já sabemos do “apetite” (desculpe, não resisti) do serial, já esperávamos sua participação efetiva no banquete desenrolar do episódio.

Outra menina é encontrada: Desta vez, montada sob os chifres de uma cabeça de cervo em um campo aberto, com seus pulmões retirados. Graham está convencido de que é o trabalho de outra pessoa. Um negativo para mostrar-lhe os pontos positivos dos outros crimes. Neste momento, Dr. Lecter é mostrado preparando uma refeição com carne que parecem pulmões.

Dr. Beverly Katz (Hettienne Park) encontra um fragmento de metal sobre as roupas da garota que foi encontrada no quarto,  o que leva Graham e o Dr. Lecter para um campo de construção que emprega Garrett Jacob Hobbs, suspeito que se encaixa no perfil.
Após fazer uma pequena confusão para distrair Graham, Dr. Lecter faz uma chamada para o telefone de Hobbs, advertindo-o de que o FBI está na sua cola.

Graham e Lecter chegam na casa de Hobbs, onde são recebidos pela esposa do suspeito com sua garganta cortada pelo marido. Graham invade a casa e consegue chegar a Hobbs, que faz a sua filha de refém. Consegue matar o suspeito, mas não antes de ele conseguir abrir o início de uma fenda na garganta de sua filha, que é atendida sob os primeiros socorros do Dr. Lecter e levada ao hospital, onde os agentes ficam acompanhado-a.

Primeiro episódio sensacional! Que a audiência permita que não nos deixem órfãos no meio do caminho, e que Nossa Senhora Protetora dos Viciados em Séries arrume um jeitinho de parar a vida enquanto obcecamos em cada episódio!

Dica: Assista longe das refeições! ;)

By @BBBiscatee e @Vic_Lima